CRÔNICAS DE VERDADE
Em um espaço mínimo de tempo os meios de comunicação já noticiaram dois casos de negligência no atendimento a pessoas em hospitais. Nos dois casos os envolvidos eram crianças. E também nos dois casos os erros foram cometidos por auxiliares de enfermagem. È do conhecimento de todos que o ser humano é passível de erros. Não queremos apedrejar os que cometeram os erros noticiados, mas há situações que podem ser evitadas com atenção redobrada no que se faz.
Em um dos casos, o primeiro a ser noticiado, houve dano irreversível. A criança morreu quando ao invés de receber soro, foi-lhe administrado vaselina. Produto esse usado para tratamento em queimaduras. É claro que a profissional que cometeu o erro não o fez maldosamente. Mas um pouco menos de “automatismo” teria evitado a tragédia sobre ela mesma, a profissional e, mais ainda sobre a criança e sua família que chorará para sempre a dor da perda de um filho que, creio ser algo irremediável (não tive nem jamais quero ter a experiência de perder um filho em qualquer idade).
No segundo caso, a profissional, em minha opinião, displicentemente, cortou parte do dedinho de uma criança de colo. Embora o dano físico seja mínimo, a indignação é tremenda em saber que um profissional haja tão descuidadamente para retirar um simples esparadrapo do dedinho de um bebê quando foi devidamente treinado para atividades mais complicadas no atendimento hospitalar. E concordemos que tirar um esparadrapo não é algo tão complicado assim. Até eu sei. Minha velha mãe sempre dizia que antes de tirar um “curativo” é que bom umedecer. Aí mandava primeiro a gente tomar um banho pra depois com água oxigenada proceder a retirada. Então não é complicado de jeito nenhum remover um esparadrapo.
Fico pensando também que esses erros foram proporcionados pelo descaso com que os hospitais da rede pública tratam a seus clientes. Eu mesmo já tive a experiência traumática de na fila da emergência de um hospital em minha cidade esperar por mais de quatro hora para ser atendido. E era um caso de emergência.
O caso não era devido à falta de médicos. Havia dois médicos plantonistas. Só que quando um vinha o outro saía. Em uma espécie de revezamento. Os dois com cara de sono, certamente deviam ter dado plantão em algum outro hospital.
Informamos à diretora do hospital sobre o caso e ela fez de conta que nada sabia sobre a questão, deu de lado e saiu dizendo que iria resolver, mas nada foi feito. Tocamos na espera e os médicos em seu “estado” deplorável de cara de sono e revezamento. Quando entravamos na sala para ser atendido por ele, os mesmo erguiam abusadamente a voz e os menos esclarecidos se intimidavam e logo saíam. Quando não tratavam a queixa do paciente como “frescurite”, desculpem o termo.
Na verdade o governo por sua vez é outro agente que ao invés de promover o bem-estar daqueles que procuram os hospitais (para beneficiar os que votaram neles), fazem o contrário, pois não fiscaliza os que trabalham na área médica e até paga salário deplorável a seus servidores. A ouvidoria é no próprio hospital e eu me pergunto se o atendente da ouvidoria ao receber uma reclamação terá coragem de repassar e se repassar se alguém fará alguma coisa para resolver a questão uma vez que predomina o "corporativismo insano”.
Acho que todo o problema passa por duas máximas bíblicas grandemente ignorada pelas entidades em nosso país nas relações humanas.
Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas (Mateus 7.12).
Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo (Colossenses 3.23-24).
Pastor Luiz Flor.
Mostrando postagens com marcador Cronicas de verdade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cronicas de verdade. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
AS COLUNAS DE UMA GRANDE SOCIEDADE
CRONICAS DE VERDADE
Tenho as narrativas bíblicas como verdadeiras. Tenho plena certeza de que nenhuma alegação de erros na Bíblia se comprovará como jamais se comprovou no correr de uma longa história de perseguição contra ela por parte de reis, intelectuais, imperadores, clérigos e leigos. Sendo essa minha crença, posso iniciar esta crônica fazendo referência à história bíblica de Caim.
Depois que matou a seu irmão Caim resolveu romper qualquer possibilidade de relacionamento com Deus. Disse que seria um errante. Feito isso deixou a casa dos pais e iniciou sua jornada mundo a fora; riscou Deus de sua vida e, conseqüentemente da de seus descendentes e iniciou a construção de uma cidade.
De fato sua cidade era muito bem estruturada. Havia toda sorte de profissionais necessários a seu pleno desenvolvimento. Pecuaristas. Metalúrgicos. Músicos. Logicamente que dentro dessas três categorias de profissionais derivavam outros, por exemplo, creio que a classe dos músicos se subdividia em poetas, letristas, inventores de instrumentos, musicistas e assim por diante. E a mesma regra cabia às demais que se subdividiam em outras profissões necessárias ao pleno desenvolvimento da cidade que Caim soerguia.
Mas nenhuma civilização se sustenta sem Deus. Foi o caso com a cidade de Caim. A civilização de Caim logo se degenerou. A violência passou a imperar. Desrespeito para com as mulheres e devassidão em grau elevado. A violência e o estabelecimento do respeito pela força parece ter sido uma das tônicas que imperava na cidade de Caim. Os capítulos iniciais do livro de Gênesis, o primeiro livro da Bíblia nos conta que a civilização de Caim e os que seguiram seu modelo de devassidão foram engolidos pelo juízo de Deus através da águas do dilúvio.
Nesse ponto faço uma pergunta propícia a nossa conversa: Quais são as colunas de uma grande sociedade? Respondo da seguinte maneira: para se ter uma sociedade forte, precisa constar nela pessoas que sejam bons exemplos de conduta. Pessoas que moldem nosso proceder em todas as áreas de nossos relacionamentos. Podemos dizer que a partir dos bons modelos é que se estabelece uma sociedade justa, produtiva, organizada que está em constante desenvolvimento. Para o devido estabelecimento de uma sociedade justa, produtiva, organizada e que está em constante desenvolvimento é necessário a participação de professores, artistas, políticos, médicos e motoristas, garis e trabalhadores de modo em geral que hajam dentro da lei do país e de Deus.
Porém, acima de tudo essa sociedade precisa de líderes espirituais inteiramente comprometidos com a verdade, honestidade, desprendimento, amor, companheirismo e com a Palavra de Deus hoje contida na Bíblia.
Essa tese é vista por toda a Escritura sagrada.
Lucas, o evangelista destaca dos dias de Herodes, O grande (aquele que matou as criancinhas nos dias de Jesus) três pessoas cujas virtudes ele faz questão de descrever para contrastar com o baixo valor que se dava à moral e ao relacionamento com Deus nessa época.Daí se viver um tempo de tantas sedições e revolta social.
Estes três eram Zacarias, Isabel e João Batista (Evangelho de Lucas capítulo 1).
Zacarias e Isabel, diz Lucas eram justos e irrepreensíveis em todos os mandamentos e preceitos do Senhor, por conseguinte eram bons cidadãos. João Batista, o filho destes viria para restaurar o relacionamento de pais e filhos, viria para restaurar a verdadeira alegria e não beberia bebida alcoólica e conduziria o povo da desobediência para a prudência.
A sociedade dos dias de Herodes estava devastada. A família estava devastada. Pais e filhos rebelados uns para com os outros. Os próprios líderes espirituais da época não eram bons exemplos do que ensinavam. Quando interrogados pelos magos que vieram em busca “daquele que seria o Rei dos Judeus” citaram sem qualquer erro a profecia a respeito do lugar do nascimento do Messias, mas não demonstraram qualquer interesse em verificar se a história era mesmo fato ou não. Agiram assim por medo de ofender o rei e perder suas benesses. Mais adiante Jesus disse que estes “falavam o certo, mas não viviam o certo que pregavam”.
Por que Deus teria que enviar um profeta para restaurar a sociedade dos dias de Herodes (do mesmo modo como Deus enviou Noé para resgatar a sociedade pré-diluviana)? Pelo simples fato de que não existe sociedade que mantenha por muito tempo seu desenvolvimento sem Deus e suas leis. Eu quero apontar algumas razões porque os valores bíblicos são tão importantes para o soerguimento de uma sociedade justa, produtiva e em constante desenvolvimento. Faço questão de escrever o que diz as citações bíblicas para que seu olho fique nessa crônica, mas se quiserem podem conferir em suas próprias Bíblias caso tenham em casa:
1. Pela bênção que os retos suscitam a cidade se exalta, mas pela boca dos perversos é derrubada (Provérbios 11.11);
2. A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos (Provérbios 14.34);
3. Onde não há conselhos fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros, há bom êxito (Provérbios 15.22);
4. Pela misericórdia e pela verdade se expia a culpa, e pelo temor do Senhor os homens evitam o mal (provérbios 16.6);
5. A prática da impiedade é abominável para os reis, porque com justiça se estabelece o trono (Provérbios 16.12);
6. Os homens maus não entendem o que é justo, mas os que buscam o senhor entendem tudo (Provérbios 28.5)
Digo que para erguer uma sociedade é preciso se ter inserido nela pessoas que hajam pelo poder do Espírito Santo, que tenham comprometimento com Deus e seus mandamentos e preceitos. Todos esses itens constavam das características pessoais de Zacarias e Izabel e João batista na narrativa de Lucas, o evangelista.
Não somente a história bíblica comprova o que digo, mas nossa realidade cotidiana comprova essa verdade. O afastamento dos valores divinos afoga civilizações e as leva ao desaparecimento. Basta olhar com um pouco mais de atenção para a história das civilizações.
As colunas de uma sociedade justa, produtiva e em constante desenvolvimento são líderes espirituais que pregam e vivem o que pregam acerca dos valores bíblicos, além de profissionais, artistas e tantos outros profissionais éticos que servem a seu povo e obtém realização pessoal e financeira além de fazer o bem a seus semelhantes. Sem esses líderes e os valores bíblicos logo mais chegará a ruína de um país, de uma cidade, de uma civilização
Tenho as narrativas bíblicas como verdadeiras. Tenho plena certeza de que nenhuma alegação de erros na Bíblia se comprovará como jamais se comprovou no correr de uma longa história de perseguição contra ela por parte de reis, intelectuais, imperadores, clérigos e leigos. Sendo essa minha crença, posso iniciar esta crônica fazendo referência à história bíblica de Caim.
Depois que matou a seu irmão Caim resolveu romper qualquer possibilidade de relacionamento com Deus. Disse que seria um errante. Feito isso deixou a casa dos pais e iniciou sua jornada mundo a fora; riscou Deus de sua vida e, conseqüentemente da de seus descendentes e iniciou a construção de uma cidade.
De fato sua cidade era muito bem estruturada. Havia toda sorte de profissionais necessários a seu pleno desenvolvimento. Pecuaristas. Metalúrgicos. Músicos. Logicamente que dentro dessas três categorias de profissionais derivavam outros, por exemplo, creio que a classe dos músicos se subdividia em poetas, letristas, inventores de instrumentos, musicistas e assim por diante. E a mesma regra cabia às demais que se subdividiam em outras profissões necessárias ao pleno desenvolvimento da cidade que Caim soerguia.
Mas nenhuma civilização se sustenta sem Deus. Foi o caso com a cidade de Caim. A civilização de Caim logo se degenerou. A violência passou a imperar. Desrespeito para com as mulheres e devassidão em grau elevado. A violência e o estabelecimento do respeito pela força parece ter sido uma das tônicas que imperava na cidade de Caim. Os capítulos iniciais do livro de Gênesis, o primeiro livro da Bíblia nos conta que a civilização de Caim e os que seguiram seu modelo de devassidão foram engolidos pelo juízo de Deus através da águas do dilúvio.
Nesse ponto faço uma pergunta propícia a nossa conversa: Quais são as colunas de uma grande sociedade? Respondo da seguinte maneira: para se ter uma sociedade forte, precisa constar nela pessoas que sejam bons exemplos de conduta. Pessoas que moldem nosso proceder em todas as áreas de nossos relacionamentos. Podemos dizer que a partir dos bons modelos é que se estabelece uma sociedade justa, produtiva, organizada que está em constante desenvolvimento. Para o devido estabelecimento de uma sociedade justa, produtiva, organizada e que está em constante desenvolvimento é necessário a participação de professores, artistas, políticos, médicos e motoristas, garis e trabalhadores de modo em geral que hajam dentro da lei do país e de Deus.
Porém, acima de tudo essa sociedade precisa de líderes espirituais inteiramente comprometidos com a verdade, honestidade, desprendimento, amor, companheirismo e com a Palavra de Deus hoje contida na Bíblia.
Essa tese é vista por toda a Escritura sagrada.
Lucas, o evangelista destaca dos dias de Herodes, O grande (aquele que matou as criancinhas nos dias de Jesus) três pessoas cujas virtudes ele faz questão de descrever para contrastar com o baixo valor que se dava à moral e ao relacionamento com Deus nessa época.Daí se viver um tempo de tantas sedições e revolta social.
Estes três eram Zacarias, Isabel e João Batista (Evangelho de Lucas capítulo 1).
Zacarias e Isabel, diz Lucas eram justos e irrepreensíveis em todos os mandamentos e preceitos do Senhor, por conseguinte eram bons cidadãos. João Batista, o filho destes viria para restaurar o relacionamento de pais e filhos, viria para restaurar a verdadeira alegria e não beberia bebida alcoólica e conduziria o povo da desobediência para a prudência.
A sociedade dos dias de Herodes estava devastada. A família estava devastada. Pais e filhos rebelados uns para com os outros. Os próprios líderes espirituais da época não eram bons exemplos do que ensinavam. Quando interrogados pelos magos que vieram em busca “daquele que seria o Rei dos Judeus” citaram sem qualquer erro a profecia a respeito do lugar do nascimento do Messias, mas não demonstraram qualquer interesse em verificar se a história era mesmo fato ou não. Agiram assim por medo de ofender o rei e perder suas benesses. Mais adiante Jesus disse que estes “falavam o certo, mas não viviam o certo que pregavam”.
Por que Deus teria que enviar um profeta para restaurar a sociedade dos dias de Herodes (do mesmo modo como Deus enviou Noé para resgatar a sociedade pré-diluviana)? Pelo simples fato de que não existe sociedade que mantenha por muito tempo seu desenvolvimento sem Deus e suas leis. Eu quero apontar algumas razões porque os valores bíblicos são tão importantes para o soerguimento de uma sociedade justa, produtiva e em constante desenvolvimento. Faço questão de escrever o que diz as citações bíblicas para que seu olho fique nessa crônica, mas se quiserem podem conferir em suas próprias Bíblias caso tenham em casa:
1. Pela bênção que os retos suscitam a cidade se exalta, mas pela boca dos perversos é derrubada (Provérbios 11.11);
2. A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos (Provérbios 14.34);
3. Onde não há conselhos fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros, há bom êxito (Provérbios 15.22);
4. Pela misericórdia e pela verdade se expia a culpa, e pelo temor do Senhor os homens evitam o mal (provérbios 16.6);
5. A prática da impiedade é abominável para os reis, porque com justiça se estabelece o trono (Provérbios 16.12);
6. Os homens maus não entendem o que é justo, mas os que buscam o senhor entendem tudo (Provérbios 28.5)
Digo que para erguer uma sociedade é preciso se ter inserido nela pessoas que hajam pelo poder do Espírito Santo, que tenham comprometimento com Deus e seus mandamentos e preceitos. Todos esses itens constavam das características pessoais de Zacarias e Izabel e João batista na narrativa de Lucas, o evangelista.
Não somente a história bíblica comprova o que digo, mas nossa realidade cotidiana comprova essa verdade. O afastamento dos valores divinos afoga civilizações e as leva ao desaparecimento. Basta olhar com um pouco mais de atenção para a história das civilizações.
As colunas de uma sociedade justa, produtiva e em constante desenvolvimento são líderes espirituais que pregam e vivem o que pregam acerca dos valores bíblicos, além de profissionais, artistas e tantos outros profissionais éticos que servem a seu povo e obtém realização pessoal e financeira além de fazer o bem a seus semelhantes. Sem esses líderes e os valores bíblicos logo mais chegará a ruína de um país, de uma cidade, de uma civilização
O QUE FAÇO É REFLEXO DO QUE SOU
CRÔNICAS DE VERDADE
A declaração acima pode se demonstrar verdadeira quando tomamos conhecimento do relato da vida do Rei Salomão e do impacto que exerceu sobre muitos reis de sua época especialmente sobre a rainha de Sabá.
Salomão foi muito famoso à sua época por causa de sua inteligência fora do comum. A fama de Salomão foi algo que Deus usou para aproximar muitas nações a si. Diz o texto bíblico Todo o mundo procurava ir ter com ele para ouvir a sabedoria que Deus lhe pusera no coração. Cada um trazia o seu presente: objetos de prata e de ouro, roupas, armaduras, especiarias, cavalos e mulas; assim, ano após ano. (1Reis 10.24-25).
A rainha de Sabá ou dos sabeus foi um desses casos de soberanos de que temos notícia que foram transformados para melhor depois de ser aconselhada pelo magnífico rei Salomão a tal ponto que alcançou o testemunho favorável de si do próprio Senhor Jesus quando disse A rainha do Sul se levantará, no Juízo, com esta geração e a condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui está quem é maior do que Salomão (Mateus 12.42).
Algo que impactou muito a rainha de Sabá por ocasião de sua visita oficial ao reino de Israel foi a relação de Salomão com Deus Tendo a rainha de Sabá ouvido a fama de Salomão, com respeito ao nome do SENHOR, veio prová-lo com perguntas difíceis. (1Reis 10.1).
Ao vir conferir o relato do que ouvira acerca de Salomão a rainha se mostrou estarrecida ao ver que tudo ia muito mais além E disse ao rei: Foi verdade a palavra que a teu respeito ouvi na minha terra e a respeito da tua sabedoria. Eu, contudo, não cria naquelas palavras, até que vim e vi com os meus próprios olhos. Eis que não me contaram a metade: sobrepujas em sabedoria e prosperidade a fama que ouvi. Felizes os teus homens, felizes estes teus servos, que estão sempre diante de ti e que ouvem a tua sabedoria! (1Reis 10.6-8).
E a reação instantânea da rainha dos sul foi louvar a Deus que era a fonte de toda a sabedoria do rei Bendito seja o SENHOR, teu Deus, que se agradou de ti para te colocar no trono de Israel; é porque o SENHOR ama a Israel para sempre, que te constituiu rei, para executares juízo e justiça (1Reis 10.9).
Em segundo lugar a rainha de Sabá ficou tremendamente impactada pelas ofertas de Salomão a Deus que demonstrava sua gratidão a Deus que era fonte de tudo o que ele tinha e era (Vendo a rainha) a comida da sua mesa, e o lugar dos seus oficiais, e o serviço dos seus criados, e os trajes deles, e seus copeiros, e o holocausto que oferecia na Casa do SENHOR, ficou como fora de si (1Reis 10.5) [e] E o rei e todo o Israel com ele ofereceram sacrifícios diante do SENHOR. Ofereceu Salomão em sacrifício pacífico o que apresentou ao SENHOR, vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas. Assim, o rei e todos os filhos de Israel consagraram a Casa do SENHOR. No mesmo dia, consagrou o rei o meio do átrio que estava diante da Casa do SENHOR; porquanto ali preparara os holocaustos e as ofertas com a gordura dos sacrifícios pacíficos; porque o altar de bronze que estava diante do SENHOR era muito pequeno para nele caberem os holocaustos, as ofertas de manjares e a gordura dos sacrifícios pacíficos. (1Reis 8.62-64).
Uma conclusão feliz a que rainha de Sabá chegou foi que tudo em Israel refletia a grandeza da sabedoria de Salomão Vendo, pois, a rainha de Sabá toda a sabedoria de Salomão, e a casa que edificara, e a comida da sua mesa, e o lugar dos seus oficiais, e o serviço dos seus criados, e os trajes deles, e seus copeiros, e o holocausto que oferecia na Casa do SENHOR, ficou como fora de si (1Reis 10.4-5).
Ou seja, a grandiosidade do reino de Salomão era fruto de sua sabedoria obtida pelo seu relacionamento com Deus.
A história de Salomão nos dá margem para dizer que aquilo que ele fazia era reflexo daquilo que ele era. Ele era sábio então tudo o que fazia o fazia guiado por sua sabedoria.
Podemos aplicar essa verdade a nós. Vejamos algumas aplicações.
Em primeiro lugar posso afirmar que a fama que Deus nos dá pode ser um eficiente instrumento para atrair pessoas a si como aconteceu com Salomão. As pessoas vinham até ele para ouvir seus conselhos quando ouviam de sua fama.
Em segundo lugar posso dizer que a sabedoria é um instrumento transformador de vidas. Certamente que Salomão aconselhava as pessoas em assuntos diversos. Desde política até relacionamento com Deus, vida eterna e assuntos difíceis do dia a dia. Uma vez instruídas essas pessoas obtinham uma visão melhor da vida e com isso beneficiavam a vida de outros. Um detalhe importante ainda acerca da sabedoria é que ela não somente transforma pessoas, mas também coisas a nossa volta. Nosso ambiente (1Reis 10.4-5).
Em terceiro lugar uma pessoa é sábia de fato quando reconhece que tudo o que tem é fruto da ação de Deus em seu benefício. A questão fundamental é que Deus é uma fonte inesgotável da sabedoria de onde poderemos sempre recorrer. Deus nos dá dessa fonte para atrair pessoas a si e melhorar suas vidas incluindo a nossa e alterar para melhor o que está a nossa volta. Salomão reconhecia isso quando oferecia ao Senhor um culto de gratidão por tudo o que Deus lhe dava e o fazia ser com grande quantidade de ofertas.
Certamente a Bíblia diz que a sabedoria que Deus deu a Salomão era única. Isto é, ninguém a teria mais na mesma proporção. Mas Deus disse que daria outro tipo de saber a seus filhos tão eficiente do que a que deu a Salomão para torná-los hábeis para lidar com os desafios a sua volta como nos diz o próprio Salomão e o irmão do Senhor Jesus, Tiago: E, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus. Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento (Provérbios 2.3,5,6). E Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida (Tiago 1.5).
A sabedoria alcançada em Deus é algo essencial para todos nós a fim de tornarmos nossas vidas melhores e alterar para melhor tudo o que está à nossa volta. Governantes e liderados, profissionais e formadores de opinião, enfim todos deveriam recorrer a essa fonte. O reino de Salomão era reflexo daquilo que ele era. Ele era sábio tudo a sua volta era esplêndido. Essa sabedoria pode ser obtida pelo estudo da Bíblia sagrada e por em um relacionamento pessoal com Deus pedir-lhe orientação para cada passo que temos que dar.
Pastor Luiz Flor
A declaração acima pode se demonstrar verdadeira quando tomamos conhecimento do relato da vida do Rei Salomão e do impacto que exerceu sobre muitos reis de sua época especialmente sobre a rainha de Sabá.
Salomão foi muito famoso à sua época por causa de sua inteligência fora do comum. A fama de Salomão foi algo que Deus usou para aproximar muitas nações a si. Diz o texto bíblico Todo o mundo procurava ir ter com ele para ouvir a sabedoria que Deus lhe pusera no coração. Cada um trazia o seu presente: objetos de prata e de ouro, roupas, armaduras, especiarias, cavalos e mulas; assim, ano após ano. (1Reis 10.24-25).
A rainha de Sabá ou dos sabeus foi um desses casos de soberanos de que temos notícia que foram transformados para melhor depois de ser aconselhada pelo magnífico rei Salomão a tal ponto que alcançou o testemunho favorável de si do próprio Senhor Jesus quando disse A rainha do Sul se levantará, no Juízo, com esta geração e a condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui está quem é maior do que Salomão (Mateus 12.42).
Algo que impactou muito a rainha de Sabá por ocasião de sua visita oficial ao reino de Israel foi a relação de Salomão com Deus Tendo a rainha de Sabá ouvido a fama de Salomão, com respeito ao nome do SENHOR, veio prová-lo com perguntas difíceis. (1Reis 10.1).
Ao vir conferir o relato do que ouvira acerca de Salomão a rainha se mostrou estarrecida ao ver que tudo ia muito mais além E disse ao rei: Foi verdade a palavra que a teu respeito ouvi na minha terra e a respeito da tua sabedoria. Eu, contudo, não cria naquelas palavras, até que vim e vi com os meus próprios olhos. Eis que não me contaram a metade: sobrepujas em sabedoria e prosperidade a fama que ouvi. Felizes os teus homens, felizes estes teus servos, que estão sempre diante de ti e que ouvem a tua sabedoria! (1Reis 10.6-8).
E a reação instantânea da rainha dos sul foi louvar a Deus que era a fonte de toda a sabedoria do rei Bendito seja o SENHOR, teu Deus, que se agradou de ti para te colocar no trono de Israel; é porque o SENHOR ama a Israel para sempre, que te constituiu rei, para executares juízo e justiça (1Reis 10.9).
Em segundo lugar a rainha de Sabá ficou tremendamente impactada pelas ofertas de Salomão a Deus que demonstrava sua gratidão a Deus que era fonte de tudo o que ele tinha e era (Vendo a rainha) a comida da sua mesa, e o lugar dos seus oficiais, e o serviço dos seus criados, e os trajes deles, e seus copeiros, e o holocausto que oferecia na Casa do SENHOR, ficou como fora de si (1Reis 10.5) [e] E o rei e todo o Israel com ele ofereceram sacrifícios diante do SENHOR. Ofereceu Salomão em sacrifício pacífico o que apresentou ao SENHOR, vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas. Assim, o rei e todos os filhos de Israel consagraram a Casa do SENHOR. No mesmo dia, consagrou o rei o meio do átrio que estava diante da Casa do SENHOR; porquanto ali preparara os holocaustos e as ofertas com a gordura dos sacrifícios pacíficos; porque o altar de bronze que estava diante do SENHOR era muito pequeno para nele caberem os holocaustos, as ofertas de manjares e a gordura dos sacrifícios pacíficos. (1Reis 8.62-64).
Uma conclusão feliz a que rainha de Sabá chegou foi que tudo em Israel refletia a grandeza da sabedoria de Salomão Vendo, pois, a rainha de Sabá toda a sabedoria de Salomão, e a casa que edificara, e a comida da sua mesa, e o lugar dos seus oficiais, e o serviço dos seus criados, e os trajes deles, e seus copeiros, e o holocausto que oferecia na Casa do SENHOR, ficou como fora de si (1Reis 10.4-5).
Ou seja, a grandiosidade do reino de Salomão era fruto de sua sabedoria obtida pelo seu relacionamento com Deus.
A história de Salomão nos dá margem para dizer que aquilo que ele fazia era reflexo daquilo que ele era. Ele era sábio então tudo o que fazia o fazia guiado por sua sabedoria.
Podemos aplicar essa verdade a nós. Vejamos algumas aplicações.
Em primeiro lugar posso afirmar que a fama que Deus nos dá pode ser um eficiente instrumento para atrair pessoas a si como aconteceu com Salomão. As pessoas vinham até ele para ouvir seus conselhos quando ouviam de sua fama.
Em segundo lugar posso dizer que a sabedoria é um instrumento transformador de vidas. Certamente que Salomão aconselhava as pessoas em assuntos diversos. Desde política até relacionamento com Deus, vida eterna e assuntos difíceis do dia a dia. Uma vez instruídas essas pessoas obtinham uma visão melhor da vida e com isso beneficiavam a vida de outros. Um detalhe importante ainda acerca da sabedoria é que ela não somente transforma pessoas, mas também coisas a nossa volta. Nosso ambiente (1Reis 10.4-5).
Em terceiro lugar uma pessoa é sábia de fato quando reconhece que tudo o que tem é fruto da ação de Deus em seu benefício. A questão fundamental é que Deus é uma fonte inesgotável da sabedoria de onde poderemos sempre recorrer. Deus nos dá dessa fonte para atrair pessoas a si e melhorar suas vidas incluindo a nossa e alterar para melhor o que está a nossa volta. Salomão reconhecia isso quando oferecia ao Senhor um culto de gratidão por tudo o que Deus lhe dava e o fazia ser com grande quantidade de ofertas.
Certamente a Bíblia diz que a sabedoria que Deus deu a Salomão era única. Isto é, ninguém a teria mais na mesma proporção. Mas Deus disse que daria outro tipo de saber a seus filhos tão eficiente do que a que deu a Salomão para torná-los hábeis para lidar com os desafios a sua volta como nos diz o próprio Salomão e o irmão do Senhor Jesus, Tiago: E, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus. Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento (Provérbios 2.3,5,6). E Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida (Tiago 1.5).
A sabedoria alcançada em Deus é algo essencial para todos nós a fim de tornarmos nossas vidas melhores e alterar para melhor tudo o que está à nossa volta. Governantes e liderados, profissionais e formadores de opinião, enfim todos deveriam recorrer a essa fonte. O reino de Salomão era reflexo daquilo que ele era. Ele era sábio tudo a sua volta era esplêndido. Essa sabedoria pode ser obtida pelo estudo da Bíblia sagrada e por em um relacionamento pessoal com Deus pedir-lhe orientação para cada passo que temos que dar.
Pastor Luiz Flor
Assinar:
Postagens (Atom)