Países e continentes têm sido assolados por terremotos violentos e ondas gigantes. Tivemos notícias dos tsunamis que há alguns anos assolou a Índia deixando milhares de mortos e o país gravemente destruído com muitos desabrigados e doentes dependendo totalmente da ajuda exterior. O mais triste é que muitos desaparecidos jamais serão encontrados devido à grande devastação. E a Índia vai levar muitos anos para se recuperar.
Bem recentemente tivemos a notícia do terremoto que varreu o Haiti em que morreu centenas de pessoas incluindo a médica brasileira Zilda Arns. O país que jaz devastado depende da ajuda exterior incluindo o Brasil que já mantém uma força de paz na região para ajudar a pôr ordem no caos social que o Haiti já enfrentava. O terremoto que há alguns varreu o Chile foi um dois maiores dos últimos 50 anos alcançando 8,8 graus na escala Richter matando mais de 500 pessoas e deixando milhares desabrigados.
Agora temos visto regiões no Brasil assoladas ou por grave seca ou por enchentes que matam centenas de pessoas incluindo crianças e deixando tantas outras órfãs. Essas regiões precisam urgentemente de toda ajuda possível e, além disso, as autoridades de nosso país precisam arquitetar um plano urgente para devolver às pessoas que graças a Deus estão vivas nos lugares devastados habitações fora da zona de risco. A rede pública hospitalar precisa mais do que nunca que os já heróicos médicos se desdobrem para socorrer os doentes decorrentes da má situação da limpeza pública.
Quero lhes informar que esses acontecimentos não se tratam apenas de meras coincidências ou desequilíbrio dos fatores naturais ou do descaso das autoridades de nosso país (no caso do Brasil). A Bíblia nos diz que esses acontecimentos são os sinais da vinda de Jesus. O texto de Mateus 24.3-8 é um desses. O texto foi a resposta de Jesus ao pedido dos discípulos sobre “que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século” (Mateus 24.3).
Permita-me repetir o que já mencionei. Esses acontecimentos não são coincidências ou apenas desequilíbrio dos fatores naturais. São de fatos sinais do retorno de Jesus como previsto pelas Escrituras.
Segundo o próprio Senhor Jesus quando falava com seus discípulos a proximidade de sua vinda traria esses desastres além de outros em vários lugares com a certeza de serem cada vez maiores e mais devastadores. Entretanto isso não desculpa as autoridades quando agem com descaso para com aqueles que habitam zona de risco. Estamos aqui falando de fatores naturais que independem da força humana, mas que são gerados pela desobediência do homem às leis naturais e às leis de Deus como nos diz o profeta Isaías (Isaías 24).
Muitos conhecem a história da vida de Jesus quando esteve aqui no mundo entre nós e sua morte na cruz por nossos pecados ressuscitando ao terceiro dia e indo para o céu. Mas muitos não têm se apercebido do fato de que o próprio Senhor falou de seu retorno para buscar seu povo e estabelecer uma nova ordem social e renovar o planeta. Uma dessas vezes se registra em João 14.1-3.
Também por ocasião da subida de Jesus ao céu no monte das oliveiras, os anjos que o acompanhavam mencionaram que assim como Jesus foi assunto aos céus ele viria (Atos 1.9-11).
Desde então o mundo passou a viver a contagem regressiva para o fim e os avisos têm sido dados através de fenômenos de desajustes naturais. Não que essa seja a vontade de Deus. A vontade de Deus é que as pessoas atendam seu chamado ao arrependimento sem que sejam necessárias medidas drásticas em resultado da desobediência destes (Jó 12.15).
Apesar de conhecerem as promessas e os avisos do retorno do Senhor muitos estão dizendo que tudo isso é conversa fiada. Isso foi dito no passado e está sendo repetido pelas pessoas de nossos dias como registra Pedro em sua segunda carta (2Pedro 3.3-4).
O próprio apostolo Pedro registra que o fato de a vinda do Senhor parecer demorada não se trata de atraso ou demora, mas de Deus que está aguardando que muitos que recusam o chamado ao arrependimento o façam logo (2Pedro 3.8-9).
Portanto, se dê por avisado e receba a Jesus como seu Senhor e Salvador para não incorrer na ira divina que começando agora se tornará cada vez mais dolorosa culminando com a sentença de condenação eterna no inferno de fogo. Não haja como as pessoas do tempo de Noé que se fizeram surdos aos apelos do velho Noé e foram mortos pelas águas impiedosas do dilúvio divino. Aviso este reiterado pelo próprio Senhor Jesus e registrado por Mateus no capítulo 24.36-39 de seu evangelho.
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www.poesiadegraca.blogspot.com
domingo, 23 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
COMO ÁRVORE JUNTO A CORRENTE DE AGUAS
Salmo Um
MEDITAÇÃO NOS SALMOS
Sinto-me com a sensação de estar preso toda vez que leio o salmo primeiro. Sinto isso diante da simplicidade deste salmo. Ele expressa uma situação de bem-aventurança sobre a pessoa que medita na Lei de Deus e se desvia do mal que chega a me dar a impressão de que o homem justo desse salmo não terá qualquer problema. Ao mesmo tempo ao falar do ímpio, que é aquele que não medita na Lei de Deus e se envereda para o mal me dá a impressão de que este terá todos os tipos de problemas que se possa numerar. Será que essa minha sensação está certa? Pois vivemos em um mundo em que mesmo o homem justo enfrenta todo tipo de problemas e muitas vezes o homem ímpio aparentemente vive melhor. Além do que expressei acima, o livro dos salmos parece comprovar que o justo tem muitos e sérios problemas. Em uma lida rápida dos vinte primeiros salmos, é diretamente dito em pelo menos dez deles que o justo é perseguido pelo ímpio que lhe impõe muitas dores e parece esse ímpio estar aparentemente sempre andando em pastos verdejantes. Talvez eu encontre solução para meu dilema exatamente no fato de que o justo é comparado a uma árvore frutífera que dá o seu fruto na estação própria e cuja folhagem não murcha (v.3).
Uma árvore durante todas as suas fases é atacada por pestes, doenças, fungos, bactérias, etc.
O tratamento que ela recebe é que fará esta resistir aos inimigos. A água na quantidade certa proporciona à planta condições favoráveis de desenvolvimento. O sol na medida certa permite à planta efetuar a fotossíntese, processo este muito importante para o bem-estar da planta. Ser justo, nos permite dizer o salmo um, é um processo voluntário de obediência. Equivale a dizer que o justo recebe da Lei de Deus na qual medita os subsídios para ser bem-aventurado. Diz o verso um: Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Ou seja, nos dá uma idéia de que ser justo é uma ação determinada da nossa parte. O salmo um demonstra isso através dos verbos de ação. Verbos de ação como o nome diz são aqueles que indicam uma atividade por parte do sujeito (v.1).
A idéia é ainda fortalecida pelo verso dois que mostra o justo se encaminhando para outro rumo: Antes o seu prazer está na Lei do Senhor, e na sua Lei medita de dia e de noite.
Ou seja, o justo procura o que é bom e correto diante de Deus para ser seu alimento para ter vida saudável a fim de resistir às pragas que tentam lhe ofender do mesmo modo que a árvore estende suas raízes em busca das correntes de água e adubo para seu crescimento saudável.
Nenhuma praga natural elimina uma planta imediatamente. A praga precisa da planta e faz dela sua fonte de alimento até que dali nada mais de útil exista e só então parte para outra planta. Como a árvore junto a ribeiro de águas o justo resiste e fica firme e sadio aos ataques das pragas.
Mas o ímpio que também é representado por uma planta aqui no salmo um tem suas folhas secas. Chega ao estado de palha. Sobra de vegetação que não apresenta qualquer valor nutritivo nem mesmo para as pragas. O fim é a total destruição (vv.4-5). Voluntariamente o homem aqui chamado de ímpio escolheu o que é errado e ruim. Por isso não tem proteção em si mesmo nem em Deus embora tenha no que faz a aparência de vitória sobre o justo.
O último verso do salmo diz que o Senhor conhece o caminho dos justos. Ou seja, Deus tem compromisso com o homem que escolheu voluntariamente ter compromisso com ele. Diante das adversidades que se levantarão Deus será a água que traz frescor e produz verdor e saúde para ele. Mas não será assim para com o ímpio. Estes perecerão como a planta comida pela praga.
Portanto o salmo um não é um salmo que desconhece os problemas que o justo enfrenta. É antes um salmo que oferece a certeza para aquele que escolheu voluntariamente a Lei do Senhor que este o ajudará em todos os momentos e ainda no tempo certo o rodeará de bênção: Ele (o justo) é como árvore plantada junto à corrente de águas, que no devido tempo dá o seu fruto (v.3).
Assim como o fruto de uma árvore mostra a saúde e o bom tratamento que essa árvore recebeu, os frutos (bênçãos) que o homem justo produz é a mostra do cuidado e amor de Deus por aquele que voluntariamente o escolheu para amá-lo e obedecê-lo. Como disse Paulo: em todas as coisas, porém, somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou (Romanos 8.37).
MEDITAÇÃO NOS SALMOS
Sinto-me com a sensação de estar preso toda vez que leio o salmo primeiro. Sinto isso diante da simplicidade deste salmo. Ele expressa uma situação de bem-aventurança sobre a pessoa que medita na Lei de Deus e se desvia do mal que chega a me dar a impressão de que o homem justo desse salmo não terá qualquer problema. Ao mesmo tempo ao falar do ímpio, que é aquele que não medita na Lei de Deus e se envereda para o mal me dá a impressão de que este terá todos os tipos de problemas que se possa numerar. Será que essa minha sensação está certa? Pois vivemos em um mundo em que mesmo o homem justo enfrenta todo tipo de problemas e muitas vezes o homem ímpio aparentemente vive melhor. Além do que expressei acima, o livro dos salmos parece comprovar que o justo tem muitos e sérios problemas. Em uma lida rápida dos vinte primeiros salmos, é diretamente dito em pelo menos dez deles que o justo é perseguido pelo ímpio que lhe impõe muitas dores e parece esse ímpio estar aparentemente sempre andando em pastos verdejantes. Talvez eu encontre solução para meu dilema exatamente no fato de que o justo é comparado a uma árvore frutífera que dá o seu fruto na estação própria e cuja folhagem não murcha (v.3).
Uma árvore durante todas as suas fases é atacada por pestes, doenças, fungos, bactérias, etc.
O tratamento que ela recebe é que fará esta resistir aos inimigos. A água na quantidade certa proporciona à planta condições favoráveis de desenvolvimento. O sol na medida certa permite à planta efetuar a fotossíntese, processo este muito importante para o bem-estar da planta. Ser justo, nos permite dizer o salmo um, é um processo voluntário de obediência. Equivale a dizer que o justo recebe da Lei de Deus na qual medita os subsídios para ser bem-aventurado. Diz o verso um: Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Ou seja, nos dá uma idéia de que ser justo é uma ação determinada da nossa parte. O salmo um demonstra isso através dos verbos de ação. Verbos de ação como o nome diz são aqueles que indicam uma atividade por parte do sujeito (v.1).
A idéia é ainda fortalecida pelo verso dois que mostra o justo se encaminhando para outro rumo: Antes o seu prazer está na Lei do Senhor, e na sua Lei medita de dia e de noite.
Ou seja, o justo procura o que é bom e correto diante de Deus para ser seu alimento para ter vida saudável a fim de resistir às pragas que tentam lhe ofender do mesmo modo que a árvore estende suas raízes em busca das correntes de água e adubo para seu crescimento saudável.
Nenhuma praga natural elimina uma planta imediatamente. A praga precisa da planta e faz dela sua fonte de alimento até que dali nada mais de útil exista e só então parte para outra planta. Como a árvore junto a ribeiro de águas o justo resiste e fica firme e sadio aos ataques das pragas.
Mas o ímpio que também é representado por uma planta aqui no salmo um tem suas folhas secas. Chega ao estado de palha. Sobra de vegetação que não apresenta qualquer valor nutritivo nem mesmo para as pragas. O fim é a total destruição (vv.4-5). Voluntariamente o homem aqui chamado de ímpio escolheu o que é errado e ruim. Por isso não tem proteção em si mesmo nem em Deus embora tenha no que faz a aparência de vitória sobre o justo.
O último verso do salmo diz que o Senhor conhece o caminho dos justos. Ou seja, Deus tem compromisso com o homem que escolheu voluntariamente ter compromisso com ele. Diante das adversidades que se levantarão Deus será a água que traz frescor e produz verdor e saúde para ele. Mas não será assim para com o ímpio. Estes perecerão como a planta comida pela praga.
Portanto o salmo um não é um salmo que desconhece os problemas que o justo enfrenta. É antes um salmo que oferece a certeza para aquele que escolheu voluntariamente a Lei do Senhor que este o ajudará em todos os momentos e ainda no tempo certo o rodeará de bênção: Ele (o justo) é como árvore plantada junto à corrente de águas, que no devido tempo dá o seu fruto (v.3).
Assim como o fruto de uma árvore mostra a saúde e o bom tratamento que essa árvore recebeu, os frutos (bênçãos) que o homem justo produz é a mostra do cuidado e amor de Deus por aquele que voluntariamente o escolheu para amá-lo e obedecê-lo. Como disse Paulo: em todas as coisas, porém, somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou (Romanos 8.37).
O Aluno, o Pároco e a Bíblia
CRONICAS DE VERDADE
A turma alegremente reunida ocupava duas mesas conjugadas da pizzaria da praça. Pelo menos duas personalidades ali se destacavam. O maestro da banda municipal da cidadezinha do interior e um aluno da faculdade de história. Além de pizza a mesa estava repleta de garrafas de cerveja formando uma cena pitoresca. Assemelhava-se a chaminés. Acho até mesmo que era por ali que os ocupantes das mesas expeliam as tensões do adia a dia.
As mulheres que também ocupavam cadeiras nas mesas da pizzaria da praça não estavam muito interessadas na beberância e por isso sentavam e levantavam indo e voltando ao parquinho de diversões ali no meio da praça da cidadezinha litorânea.
Da esquina uma figura se destacou. Carismática e jovem apertava a mão a muitos que o saudava. Para algumas mulheres e crianças respeitosamente dava um beijo na mão ou na testa. E seguia em direção a pizzaria da praça sempre acenando para as pessoas. E era mesmo uma figura cordial para com todos. Eu, lá na mesa do canto, prestei respeito a essa personalidade acenando-lhe com a mão e recebendo os devidos respeitos por acenos também.
Ao passar pela mesa em que estava o maestro e o estudante de história, sob perdido de desculpas pelo ambiente não ser muito propício, foi convidado a sentar-se enquanto lhe trariam o pedido feito por encomenda. Era o pároco da cidadezinha litorânea. Sentou-se assentindo com as desculpas dos que ocupavam a mesa das cervejas e fazendo todo o possível para se mostrar à vontade.
Ouvi há certo tempo depois que o pároco sentou-se a seguinte frase “... Bem, mas a Bíblia está cheia de erros”. Não sei bem como nem porque a conversa chegou a esse termo. Mas eu que estava ali sentado meio espremido na mesa do canto por causa da grande quantidade de gente na pequena pizzaria não deixei de ouvir a conversa. Quem pronunciou a berrante frase foi o estudante de história. Quanto aos outros não demonstravam concordar nem tampouco discordar. E a conversa se desenvolveu com o pároco tentando defender a reputação da Bíblia com argumentos filosóficos e dialéticos.
Outros em mesas vizinhas que também mastigavam assuntos diversos e tendo suas vozes abafadas pelos sons modestos de “som” de carros da praça queriam ouvir o desenrolar da prosa. Eu também que embora estivesse interessado na conversa me esforçava para ouvir ainda que não estivesse num lugar muito favorável e não queria ser descortês com minha querida esposa que conversava comigo sobre assuntos financeiros e sobre quantas pizzas pediríamos. Não disse para ela que queria parar de conversar para que eu pudesse ouvir a prosa na mesa vizinha. Segui ouvindo com uma orelha a conversa que vinha da mesa de onde veio a frase sobre a Bíblia e ouvindo minha esposa com a outra.
Com um tanto de esforço ouvia.
Lastimei muito que o pároco não tivesse em momento algum da conversa citado a Bíblia em defesa dela mesma. Lastimei muito o fato de o religioso ter aceitado uma acusação sem que fosse mencionado especificamente em que trecho ou trechos a Bíblia continha erros.
Como se faz uma acusação sem mencionar os fatos que justifiquem a acusação em questão?
Por um único momento eu e os demais ali presentes ouvimos o estudante de história argumentar: “__ Deus plantou um jardim e pôs ali uma árvore que disse que o homem não deveria comer. Árvore essa que ocasionou todo o mal no mundo. Se ele pôs está árvore ali sabendo que o homem comeria, ele é o culpado e não o homem”.
Fiquei impressionado como alguém que até aquele momento dizia ser a Bíblia um livro cheio de erros assegura como certo um fato narrado pelo primeiro livro da Bíblia, o Gênesis. Você também não acha estranho, não?
Desse fato depreendi pelo menos duas verdades a respeito do estudante de história. Primeiro. Parece a mim que esse moço se comportava apenas como um contestador pelo fato de ser um estudante de história como se contestar e não estabelecer dados que justifique os fatos fosse a maior ocupação de um historiador ou futuro historiador.
A segunda verdade pode parecer um tanto deselegante da minha parte, mas preciso fazer este paralelo. Este rapaz me parece estar sofrendo do efeito manada. Isto é quando uma só rês se assusta e leva a todas as outras do rebanho a pôr o pé no pó. Bem. Ele estava apenas recitando o que tinha ouvido.
Mas antes de cometer eu os mesmos erros a que lastimo ter o pároco e o estudante de história terem cometido, quero chamar a Bíblia para defender a si mesma. Comecemos fazendo as seguintes perguntas “Como a Bíblia chegou até nós?” “Como a Bíblia foi escrita?” “È a Bíblia digna de nossa confiança?”
Poderíamos tomar inúmeros depoimentos da Bíblia em favor de sua genuinidade, mas por uma questão de espaço e tempo tomemos o texto de Lucas capítulo um do verso um ao quatro. Esse pequeno trecho responde satisfatoriamente as perguntas que fizemos acima.
Lucas diz: “Visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram” (v.1). Lucas nos faz saber o que intuitivamente sempre soubemos, que sempre houve pessoas que se interessaram em registrar por escrito as histórias da ação de Deus entre os homens para as futuras gerações. Essas pessoas eram muito habilidosas em fazer isso.
Como essas pessoas adquiriam as informações para escreverem seus relatos? Lucas acrescenta um dado para essa resposta quando diz “Conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles (dos fatos) testemunhas oculares e ministros da palavra” (v.2). As pessoas que escreviam seus relatos recorriam às fontes e com estes verificavam a veracidade dos relatos. Do mesmo modo como o fazem os historiadores modernos. Por exemplo, como sabemos sobre as descobertas de nosso Brasil? Através dos relatos feitos por meio de cartas, tradição oral e documentos oficiais, livros, pinturas, poemas, prosa e textos diversos. No caso especifico da Bíblia as fontes geralmente estavam vivas e podiam ser consultadas.
Lucas especialmente estava escrevendo um relato da vida de Jesus para uma pessoa de especial status na sociedade de então. Essa pessoa ele se dirige por “excelentíssimo”. Tratava-se portanto de uma autoridade que havia se convertido ao cristianismo ou queria informação acerca dos ensinos de Jesus e não podia receber informações desencontradas para não ter sua fé estabelecida sobre alicerce fraco: “Igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde a sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem” (v.3).
O evangelista Lucas escreveu seu evangelho aproveitando o que já havia sido escrito.Lucas era um grande historiador e como bom historiador só punha sua obra para o público quando tudo estava bem confirmado. Nenhum relato de seus dois livros podem ser contestados.
A Bíblia chegou até nós por meio de compilações que periodicamente se faziam com o fim de atender aos desejosos de conhecerem os fatos do evangelho. Os documentos antigos da Bíblia comparados com as cópias que temos hoje são inteiramente iguais.
Um fator que indica a confiança que podemos ter na Bíblia é que nela estão muitas profecias que são dadas como realizadas pelo escritor da época, por exemplo o nascimento de Jesus com data e lugar precisos, sua morte com dados relatados antes de acontecer, etc.
Se eu quisesse ter certeza da veracidade de um documento eu me dirigiria para aqueles que disseram algo sobre ele. É o caso da Bíblia que não somente obtém depoimentos de pessoas que a escreveram como de historiadores e do próprio Senhor Jesus. E nesse caso veja o que ele diz sobre a Bíblia : “A Escritura não pode falhar” (João 35).
Assim todos os que quiserem fazer qualquer alegação de falsidade na Bíblia deveria se dar primeiro ao prazeroso trabalho de verificar com a história e nos documentos que a Bíblia cita se o que afirma faz qualquer sentido. O problema é que sobre a Bíblia muitas pessoas sofrem do efeito manada.
Escrita por: Luiz Flor dos Santos, pastor
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
UM MOMENTO DE SILÊNCIO
Hoje que estou
Só comigo mesmo
Tento retirar
Algumas palavras
Do fundo desse
Momento introvertido.
Observo detalhes.
Detalhes que noutro
Dia não teria
O mesmo valor
Que tem nesse
Momento meu
Comigo mesmo
Respiro o vento
Da noite na praça
Fria em que me
Sento comigo
Ladeado de árvores
Em silêncio vendo
Pessoas passar.
Não é apenas gente
São pessoas carregadas
De detalhes como a
Beleza da menina que
Em seus quinze anos
Aflora beleza
E a mulher madura
Acalentando o filho
No colo conversando
Com o marido assuntos
Sem importância e
Rindo.
Passa o soldado
Acompanhado
Do soldado armado
Guarnecendo somente
A paz do meu momento.
Os meninos que brincam
Na praça nem pensam
No tempo e fazem dele
Um tempo eterno e me
Aborrecem com barulho
Desnecessário quando
Eu achava que tudo deveria
Estar à minha moda.
Percebi que não sei
Estar em silêncio e
Fico o tempo todo
Procurando o que
Fazer mas não querendo
Sair de meu momento
De reclusão
Meu momento
De silêncio
Me faz valorizar
Detalhes que não
Veria noutro dia.
Tudo à minha volta
Está às voltas me
Convidando à pressa
Eu em mim mesmo
Olho como que de
Longe o barulho
Eu fico por aqui...
Só comigo mesmo
Tento retirar
Algumas palavras
Do fundo desse
Momento introvertido.
Observo detalhes.
Detalhes que noutro
Dia não teria
O mesmo valor
Que tem nesse
Momento meu
Comigo mesmo
Respiro o vento
Da noite na praça
Fria em que me
Sento comigo
Ladeado de árvores
Em silêncio vendo
Pessoas passar.
Não é apenas gente
São pessoas carregadas
De detalhes como a
Beleza da menina que
Em seus quinze anos
Aflora beleza
E a mulher madura
Acalentando o filho
No colo conversando
Com o marido assuntos
Sem importância e
Rindo.
Passa o soldado
Acompanhado
Do soldado armado
Guarnecendo somente
A paz do meu momento.
Os meninos que brincam
Na praça nem pensam
No tempo e fazem dele
Um tempo eterno e me
Aborrecem com barulho
Desnecessário quando
Eu achava que tudo deveria
Estar à minha moda.
Percebi que não sei
Estar em silêncio e
Fico o tempo todo
Procurando o que
Fazer mas não querendo
Sair de meu momento
De reclusão
Meu momento
De silêncio
Me faz valorizar
Detalhes que não
Veria noutro dia.
Tudo à minha volta
Está às voltas me
Convidando à pressa
Eu em mim mesmo
Olho como que de
Longe o barulho
Eu fico por aqui...
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
MEU CAVALEIRO EM BATALHA
Salmo 18
Não Te conhecia Cavaleiro
Guerreiro em Batalha
Resfolegando vingança
Em Tuas narinas acesas
Nunca Te imaginei montando
Um querubim e voando
Com espada em punho
E decisão de vitória
É me custoso entender
Que tanto empenho
Fosse por mim criatura
Das menores em Teu panteão
Não suportaste ver-me
Estrado dos pés de pessoas
Que se queriam pôr maior
Do que Tu és
E desceste de Teus céus
E Te puseste em pé
Deixando Teu trono
Mas não Tua majestade
E afugentaste aqueles
Que me queriam afugentar
É me custoso entender
Que tanto empenho
Fosse por mim criatura
Das menores em Teu panteão
Foste (És) para mim Rocha
De proteção Cidade
De abrigo Escudo
Força a mim desvalido
Por outros tido desprotegido
Quando clamei vieste
Em meu socorro
Trazendo alento
Se fazendo meu amparo
E é me custoso entender
Que tanto empenho
Fosse por mim criatura
Das menores em Teu panteão
Saíste em conquista
Conquistaste meus inimigos
E circunstâncias adversas
E os destruíste
Saíste em conquista
Conquistaste a mim
Conquistaste meu amor
Eu Te amo Deus
Da minha força
Prostrado a Teus pés
E grato a Ti digo
Eu Te amo, Deus da minha
Força!
Só um pedido mais
Por favor, ouça-me:
Que eu abra minha
Boca para falar de Ti
De Tuas grandezas
Enquanto eu viver
Como um filho
Sentindo-se protegido
Digo a Ti: Eu Te amo!
Luiz Flor dos Santos (Poema do projeto POEMAS DOS SALMOS para publicação)
Não Te conhecia Cavaleiro
Guerreiro em Batalha
Resfolegando vingança
Em Tuas narinas acesas
Nunca Te imaginei montando
Um querubim e voando
Com espada em punho
E decisão de vitória
É me custoso entender
Que tanto empenho
Fosse por mim criatura
Das menores em Teu panteão
Não suportaste ver-me
Estrado dos pés de pessoas
Que se queriam pôr maior
Do que Tu és
E desceste de Teus céus
E Te puseste em pé
Deixando Teu trono
Mas não Tua majestade
E afugentaste aqueles
Que me queriam afugentar
É me custoso entender
Que tanto empenho
Fosse por mim criatura
Das menores em Teu panteão
Foste (És) para mim Rocha
De proteção Cidade
De abrigo Escudo
Força a mim desvalido
Por outros tido desprotegido
Quando clamei vieste
Em meu socorro
Trazendo alento
Se fazendo meu amparo
E é me custoso entender
Que tanto empenho
Fosse por mim criatura
Das menores em Teu panteão
Saíste em conquista
Conquistaste meus inimigos
E circunstâncias adversas
E os destruíste
Saíste em conquista
Conquistaste a mim
Conquistaste meu amor
Eu Te amo Deus
Da minha força
Prostrado a Teus pés
E grato a Ti digo
Eu Te amo, Deus da minha
Força!
Só um pedido mais
Por favor, ouça-me:
Que eu abra minha
Boca para falar de Ti
De Tuas grandezas
Enquanto eu viver
Como um filho
Sentindo-se protegido
Digo a Ti: Eu Te amo!
Luiz Flor dos Santos (Poema do projeto POEMAS DOS SALMOS para publicação)
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
A VIDA QUE AMO
Amo a vida
Não há qualquer valor
Na vida em si mesma
Os animais vivem
E por instinto comem
Se movimentam dormem
E ainda amam seus donos
E sorriem com seus olhos,
Pêlos, caudas e orelhas impinadas
Mas não devemos maltratar os bichos
Só porque amam por instinto.
Amor por instinto é melhor que amor nenhum
Amo a vida por causa do propósito
Para o que fui trazido a ela
Ser a imagem do Deus que me criou
Só então tudo fará sentido
A vida fará sentido
Tudo acessório a ela fará sentido
Só na vida jungida a Deus
Faz sentido toda a realização
Riso, riqueza, glória, prazer
Pois concordo com o sábio
Que disse: pois separado deste
Quem poderá alegrar-se?
Concordo com ele
Pois cada homem do mundo
É protótipo do outro
Amo a vida jungida a Deus.
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
Não há qualquer valor
Na vida em si mesma
Os animais vivem
E por instinto comem
Se movimentam dormem
E ainda amam seus donos
E sorriem com seus olhos,
Pêlos, caudas e orelhas impinadas
Mas não devemos maltratar os bichos
Só porque amam por instinto.
Amor por instinto é melhor que amor nenhum
Amo a vida por causa do propósito
Para o que fui trazido a ela
Ser a imagem do Deus que me criou
Só então tudo fará sentido
A vida fará sentido
Tudo acessório a ela fará sentido
Só na vida jungida a Deus
Faz sentido toda a realização
Riso, riqueza, glória, prazer
Pois concordo com o sábio
Que disse: pois separado deste
Quem poderá alegrar-se?
Concordo com ele
Pois cada homem do mundo
É protótipo do outro
Amo a vida jungida a Deus.
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
A Alegria Já Está
A dor é verdade tem sido a marca mais forte de nosso mundo.
A alegria está no meio da dor.
E o poeta canta a dor.
O historiador cataloga entre alguma alegria
Longos períodos de dor.
Há alegria sim em nosso mundo, mas o
Muito do que era bem transformamos em dor.
Bem falou o pensador quando disse em
Suas meditações:
Eis o que tão somente achei: Que Deus fez
O homem perfeito, mas este se meteu em grandes
Astúcias.
Nos movemos entre cardos e espinhos
Frutos de nossas escolhas ilusórias
De onde nos viria uma dose cavalar de alegria?
Virá do futuro, mas já começa aqui mesmo
No presente.
Sofre o homem por quê?
Busca-se a esperança debaixo do sol
E o alcance desta não é mais do que um tiro de
Pedra dado por uma criança singela nas
Primeiras primaveras da vida
Vou de novo concordar com o sábio do livro dos
Salmos para muitos saber antiquado:
Elevo meus olhos para os montes, de onde me virá
O socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez
O céu e a terra.
Do Senhor que me guarda
Do Senhor que é a minha sombra de proteção
Do Senhor que não permite a meus pés vacilar
Do Senhor que não dormita ao me guardar
O poeta já pode cantar a alegria
O profeta há muito mostrou o caminho da alegria
O poeta já pode cantar a alegria
O povo do poeta já pode cantar
Junto com poeta pode cantar.
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
A alegria está no meio da dor.
E o poeta canta a dor.
O historiador cataloga entre alguma alegria
Longos períodos de dor.
Há alegria sim em nosso mundo, mas o
Muito do que era bem transformamos em dor.
Bem falou o pensador quando disse em
Suas meditações:
Eis o que tão somente achei: Que Deus fez
O homem perfeito, mas este se meteu em grandes
Astúcias.
Nos movemos entre cardos e espinhos
Frutos de nossas escolhas ilusórias
De onde nos viria uma dose cavalar de alegria?
Virá do futuro, mas já começa aqui mesmo
No presente.
Sofre o homem por quê?
Busca-se a esperança debaixo do sol
E o alcance desta não é mais do que um tiro de
Pedra dado por uma criança singela nas
Primeiras primaveras da vida
Vou de novo concordar com o sábio do livro dos
Salmos para muitos saber antiquado:
Elevo meus olhos para os montes, de onde me virá
O socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez
O céu e a terra.
Do Senhor que me guarda
Do Senhor que é a minha sombra de proteção
Do Senhor que não permite a meus pés vacilar
Do Senhor que não dormita ao me guardar
O poeta já pode cantar a alegria
O profeta há muito mostrou o caminho da alegria
O poeta já pode cantar a alegria
O povo do poeta já pode cantar
Junto com poeta pode cantar.
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
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