A dor é verdade tem sido a marca mais forte de nosso mundo.
A alegria está no meio da dor.
E o poeta canta a dor.
O historiador cataloga entre alguma alegria
Longos períodos de dor.
Há alegria sim em nosso mundo, mas o
Muito do que era bem transformamos em dor.
Bem falou o pensador quando disse em
Suas meditações:
Eis o que tão somente achei: Que Deus fez
O homem perfeito, mas este se meteu em grandes
Astúcias.
Nos movemos entre cardos e espinhos
Frutos de nossas escolhas ilusórias
De onde nos viria uma dose cavalar de alegria?
Virá do futuro, mas já começa aqui mesmo
No presente.
Sofre o homem por quê?
Busca-se a esperança debaixo do sol
E o alcance desta não é mais do que um tiro de
Pedra dado por uma criança singela nas
Primeiras primaveras da vida
Vou de novo concordar com o sábio do livro dos
Salmos para muitos saber antiquado:
Elevo meus olhos para os montes, de onde me virá
O socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez
O céu e a terra.
Do Senhor que me guarda
Do Senhor que é a minha sombra de proteção
Do Senhor que não permite a meus pés vacilar
Do Senhor que não dormita ao me guardar
O poeta já pode cantar a alegria
O profeta há muito mostrou o caminho da alegria
O poeta já pode cantar a alegria
O povo do poeta já pode cantar
Junto com poeta pode cantar.
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
Mostrando postagens com marcador Deus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deus. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
domingo, 11 de janeiro de 2009
APENAS UMA POESIA SINGELA
A meu amigo Carlos Castro
Bom, cara
Pra começar a conversa
Contigo não é trabalho
Qualquer verbo vira verso
Tão rápido como se corta um baralho.
Alhos e brugalhos!
Gargalhas de qualquer um
Mas falando bem sério
Gargalhar tanto assim
Não é negócio tão comum.
Gargalhar é coisa cara
Dom da criatividade do generoso Deus.
Deu seus dons a quem quis
Distribuiu como bem entendeu.
Bem, cara
Não só de boa fala
Riso fácil no rosto
Se faz homem disposto.
Some-se à fala e ao sorriso do rosto
Fé, devoção e amor a Jesus nosso Cristo
Que em dia alegre tua vida transformou.
Arrancou a ti e a mim do império das trevas
Perdição tão eterna que já a muitos levou.
E no livro da vida
Já livre de dívida
Com tinta vermelha do sangue inaudito
Do Cristo bendito teu nome anotou.
Eh, cara!
O tempo a passar
Cabelos brancos estrelando
Um Tu já mais velho vai já avançando.
Espero estejas contando
Dias minutos e segundos
De tua vida no mundo
E coração mais sábio logrando.
Caro amigo
A poesia é pobre (dirão os críticos)
Mas uma coisa asseguro:
O sentimento é nobre.
São votos sinceros
De um amigo para o outro
Que dia após dia
Como o ferro com o ferro se aguça
Um ao outro afia.
Parabéns nesse teu dia!
Parabéns!
E mais dias também!
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
Bom, cara
Pra começar a conversa
Contigo não é trabalho
Qualquer verbo vira verso
Tão rápido como se corta um baralho.
Alhos e brugalhos!
Gargalhas de qualquer um
Mas falando bem sério
Gargalhar tanto assim
Não é negócio tão comum.
Gargalhar é coisa cara
Dom da criatividade do generoso Deus.
Deu seus dons a quem quis
Distribuiu como bem entendeu.
Bem, cara
Não só de boa fala
Riso fácil no rosto
Se faz homem disposto.
Some-se à fala e ao sorriso do rosto
Fé, devoção e amor a Jesus nosso Cristo
Que em dia alegre tua vida transformou.
Arrancou a ti e a mim do império das trevas
Perdição tão eterna que já a muitos levou.
E no livro da vida
Já livre de dívida
Com tinta vermelha do sangue inaudito
Do Cristo bendito teu nome anotou.
Eh, cara!
O tempo a passar
Cabelos brancos estrelando
Um Tu já mais velho vai já avançando.
Espero estejas contando
Dias minutos e segundos
De tua vida no mundo
E coração mais sábio logrando.
Caro amigo
A poesia é pobre (dirão os críticos)
Mas uma coisa asseguro:
O sentimento é nobre.
São votos sinceros
De um amigo para o outro
Que dia após dia
Como o ferro com o ferro se aguça
Um ao outro afia.
Parabéns nesse teu dia!
Parabéns!
E mais dias também!
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
DEUS NOS MEUS PLANOS
Na escrivaninha da minha vidaSentei calculando.
Somava, diminuía, multiplicava e dividia.
Depois de muito esforço
Trabalho penoso que a mente entedia
A Deus minha conta submetia.
Certo de que tudo estaria correto
Recebia de volta as devidas correções
No meu surrado caderno.
Na planilha da vida
Fui acumulando planos, tarefas
Decisões e mudanças.
Tudo anotado me sentia cansado
De tanto pensar por fim entregava
A Deus a planilha traçada
E Deus consertava, punha e retirava
Enfim ajustava a planilha que eu pensava
Já nada podia faltar.
É sábio planejar
É sábio calcular
É sábio entender
Que o melhor a fazer
É a Deus tudo submeter.
A Seu escrutínio bondoso
A seu amor e cuidado gracioso
Meus planos ansiosos
E cálculos penosos.
Meu Deus, obrigado
Te digo emocionado
Por ter ajustado meus planos e cálculos.
Perdão meu bom Deus
Pelo tempo que desperdicei
Quando a Ti não apresentei o que pretendia fazer.
Mas Tu amoroso, paciente e bondoso
Estiveste a meu lado e me amparaste
Quando exausto fiquei.
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
UM ENCANTO E UMA CERTEZA

Eu que sou averso ao escuro vi beleza quando se apagou a luz. A beleza que não se vê quando a luz está.
Um manto escuro de calda longa de um vestido cintilante.
A lua donzela dependurada a desfilar sua luz amarela suave.
A vastidão adornada de olhos brilhantes com seu azul suave.
O soberano do dia escondido em algum lugar. Calmo. Descansando. Esperando...
A luz apagou e vi a beleza das conversas nas calçadas. Ao pé dos portões das casas. Nas esquinas.
Alguns deitaram a rede na varanda e embalaram prosas doces, suaves, descompromissadas.
As casas e os carros e a tv perderam a cor e as pessoas ganharam.
Quando a luz apagou vi o manto escuro suspenso no ar e tive mais uma vez a certeza de que Deus estava lá sorrindo para mim. Velando... Como um pai a sua criança.
A luz voltou.
Todos se dispersaram. Só Deus continuou lá no manto escuro sorrindo pra mim. Velando por mim. Como o pai que vigia seu pequeno.
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
TEMPO

Tempo
Senhor do Invento
Do passatempo.
Esticas o momento
E tantas vezes o reduz.
Tempo
Senhor das cores
Tornas branca e cinza
A mais bela moldura do rosto.
E a aparência das coisas.
Tempo
Senhor das fisionomias.
Fazes um tão moço sentir os seus dias.
E viver em saudades dos mais primeiros outonos.
Senhor do esquecimento
E das lembranças também.
Tempo
Senhor da força.
Em tempo tu tiras
Em tempo tu dás.
Sorrateiro!
Tempo
Tão aliadoQuanto inimigo.
Tempo
Senhor caprichoso
Quando mais te quero se vais
Quando não, bastante te fazes.
Em Deus é novo cada tempo
Pois O que está assentado no trono disse:
Eis que faço novas todas as coisas.
Estas palavras são verdadeiras e fiéis.
Autoria: Luiz Flor dos santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
Senhor do Invento
Do passatempo.
Esticas o momento
E tantas vezes o reduz.
Tempo
Senhor das cores
Tornas branca e cinza
A mais bela moldura do rosto.
E a aparência das coisas.
Tempo
Senhor das fisionomias.
Fazes um tão moço sentir os seus dias.
E viver em saudades dos mais primeiros outonos.
Senhor do esquecimento
E das lembranças também.
Tempo
Senhor da força.
Em tempo tu tiras
Em tempo tu dás.
Sorrateiro!
Tempo
Tão aliadoQuanto inimigo.
Tempo
Senhor caprichoso
Quando mais te quero se vais
Quando não, bastante te fazes.
Em Deus é novo cada tempo
Pois O que está assentado no trono disse:
Eis que faço novas todas as coisas.
Estas palavras são verdadeiras e fiéis.
Autoria: Luiz Flor dos santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
O CINZA DESSES DIAS CINZAS

Os dias nesses dias
Estão de um brilho cinza.
Estão de um brilho fosco.
Exige mais esforço da pupila.
O brilho não brilha.
Nesses dias cinza
A poesia não rima.
A poesia não canta.
Quase estanca.
A retina retém só os fatos.
E não se refina a rima.
Nesses dias cinza
A alma maior
Abriga amiga a dó dos amigos
Prosando em versos sem rima
Verdades tão suas
Recitadas de cór.
Enfim no fim de um dia tão cinza
Ouvi compungido gritar a ciência.
Falou-me alguém do nobre Conselho
Citando a fala da Divina Providência:
Melhor a boa fama do que o melhor ungüento,
E o dia da morte ao do nascimento.
Melhor ir à casa do luto a do banquete,
Naquela está o fim de todos os homens,
E os vivos aprimoram de si o conhecimento.
Melhor é a mágoa do que o riso
Com a tristeza do rosto
Faz-se melhor o espírito.
Melhor o fim das coisas do que seu princípio .
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
POESIA
A poesia onde está?A poesia está no coração
Na mente
Desce pra mão
E pinta a folha do caderno branquinho
[ou a tela do monitor]
De emoção.
A poesia esta na casa
A casa velha e a bonita.
A poesia está na roupa.
Está no olhar
Triste
Doce
Duro até.
A poesia é cor
E dá por falta dela
Mas brinca no excesso da cor.
Na cor da flor
Do céu
Na cor do amor
[acho que o amor é azul].
A poesia brota
Do amigo
Do inimigo também, acredita?
[ele ensina paciência, cuidado, experiência...]
Poesia é o olhar de Jesus
O cuidado de Deus pelos seus
[todos nós...]
É a proteção dos anjos
A presença do Divino Espírito Santo.
Anjos fazem poesia no céu
E na terra a mando de Deus.
Eu não sou anjo
Mas os imito.
Poesia é a estória contada
A que não foi terminada
A de mau gosto até
Poesia de verdade
São as boas Novas do Evangelho.
Poético
É vê a cor morena de minha esposa
Meus filhos crescendo
Até quando eles me aborrecem
E eu a eles
A poesia vai se desenvolvendo
Trazendo o bem à rotina.
Poesia é o bom livro
E a raiva que sinto dos ruins
É a companhia e a solidão
Mais a companhia do que a solidão.
Poesia são meus cachorros
Os carrapatos deles
A preguiça que tenho de banhá-los
[meus cachorros... Ouviram?].
Poesia é o caminhar
O trabalhar
O preocupar
O sorrir
O chorar
E o agir
O parar para pensar
O parar...
Poesia é a vida que Deus dá!
Poesia é a vida que Deus dá!
Glória a Deus!
Aleluia!
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
Assinar:
Postagens (Atom)