quarta-feira, 20 de abril de 2011

TERRA DE RATOS

Provérbios 12.18 Alguém há cuja tagarelice é como pontas de espada, mas a língua dos sábios é medicina.

Se em terra de sapos de cócoras com eles
E m terra de ratos?

Minha cidade está infestada de ratos
E eu já com eles?

Rato é bicho nojento
Não quero ser um deles
Ratos, fora com eles!

Rato come comida de gente
Come o queijo da gente

Se infiltra na casa da gente
Já prestou atenção? Rato quer ser gente

Outro dia achei um vendo minha TV
Sentado no meu sofá

Depois levantou e me chamou para
Dar opiniões.
Ora, vejam só!

Olhem, vejam bem
Eu não rejeito conselhos e opiniões
Mas quando é opinião de rato...

Minha cidade está invadida de ratos...



Autoria: Luiz Flor dos Santos

terça-feira, 19 de abril de 2011

SISTEMA FECHADO

Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente (Marcos 5.36).
Mas Jesus, ouvindo isto, lhe disse: Não temas, crê somente, e ela será salva (Lucas 8.50).

A sociologia
A psicologia
A filosofia
A Psiquiatria
A geografia
A pedagogia
Não sabe fazer milagre
Não sabe repetir milagre
Em seus tubos de ensaios

O cientista
O laboratorista
O geneticista
O ginecologista
O oncologista
Não sabe fazer milagre
Não sabe repetir milagre
Em seus tubos de ensaio

O Marxista
O comunista
O capitalista
O socialista
O utopista
O fascista
O anarquista
Não sabe fazer milagre
Não sabe repetir milagre
Em seus tubos de ensaios

Logo, concluem os tais: NÃO HÁ MILAGRE.

Que mundo triste os dos DETERMINISTAS.



Luiz Flor dos Santos

Invento

Eis o que tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias (Eclesiastes 7.29).

Inventar é o ofício
Que persegue o homem

Inventamos tudo
O de que precisamos

Inventamos até
O de que não precisamos

Aí torcemos a vida
Foi o que viu o sábio

Observando o homem
Em sua oficina de inventar




Pastor Luiz Flor dos Santos.

(AS ARMAS) Micro conto

O homem vinha da guerra.
Vitorioso e imponente.
Todas as armas estavam ainda sobre ele.
Espada embainhada. Arco suspenso no ombro.
Flechas nas costas pontiagudas e reluzentes.
Escudo dependurado no braço.
Botas calçadas.
Couraça e peitoral prontamente vestidos.
E um ar imponente de quem monta um cavalo de guerra.
Era um guerreiro nato. De alma e mente.
Foi chegando para abraçar seu amigo.
Mas descuidou-se ferindo-o com o peso de sua couraça.
Com o peso de suas armas.
Era tanta coisa sobre si que abraçou mal seu amigo.
Desarme-se para ter um bom contato com seu próximo.
Era a lição que faltava ao guerreiro aprender.



Luiz Flor dos Santos

terça-feira, 29 de março de 2011

PASSOS NO DESERTO

Por Tua vontade
Nada fazias
Tua vontade e a do Pai
Numa só se unia

Pelo Santo Espírito
Levado ao deserto
Nada sabias por certo
Que sorte Te aguardava
Mas tranqüilo ao Pai Te confiavas

Ali 40 dias isolado
Gente não, só bichos vias
Em oração e jejum dedicado
Por 40 dias pelo Inimigo tentado

A fazer Tua vontade instigado
Dar mostra de super poderes
Comer pão da pedra tirado
Pular de alto abaixo para todos Te verem

Viste nisso indicio de teima
Tentação a Teu Deus
E estavas certo no que discernias
Até que em certo ponto Tua ira irrompeu

Foi quando o Tentador
O mundo Te ofereceu
Em troca de adoração
Então o mandaste virar mundo
Pois só a Deus se deve prostração

Diante de tamanha fidelidade
Mostrada em lugar tão ermo
Teu Pai mostrou a Ti bondade
Por mão de anjos um banquete
Para pessoa tão importante
Que jamais alguém vira antes.

Estes foram Teus passos
Dado em lugar ermo
Confiança em Deus foi o
Teu termo
A lição que Teus passos nos deixa:
Vence que em Deus se deleita.


Poema de Pastor Luiz Flor dos Santos para o projeto do livro Passos de Jesus.

O FÚTIL EM ÚTIL – POEMA FRASAL

Perguntariam alguns:
O que faz Jesus ladeado
De pessoas tão ignóbeis
Iletradas até e toscas
Como estes que Ele escolheu
Para Seus sucessores
E filhos do grandioso Pai?
Respondo como sendo Eu mesmo
Um deles:
Concordo com o que disseste.
Não posso desdizer tua certeza.
Mas acrescento a Ti um fato
Que não tens:
Jesus é especialista
Em transformar o FÚTIL
Em ÚTIL.


Luiz Flor dos Santos

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

MÁXIMAS BÍBLICAS EVITARIAM ERROS GRAVES NA MEDICINA E NA SOCIEDADE

CRÔNICAS DE VERDADE

Em um espaço mínimo de tempo os meios de comunicação já noticiaram dois casos de negligência no atendimento a pessoas em hospitais. Nos dois casos os envolvidos eram crianças. E também nos dois casos os erros foram cometidos por auxiliares de enfermagem. È do conhecimento de todos que o ser humano é passível de erros. Não queremos apedrejar os que cometeram os erros noticiados, mas há situações que podem ser evitadas com atenção redobrada no que se faz.
Em um dos casos, o primeiro a ser noticiado, houve dano irreversível. A criança morreu quando ao invés de receber soro, foi-lhe administrado vaselina. Produto esse usado para tratamento em queimaduras. É claro que a profissional que cometeu o erro não o fez maldosamente. Mas um pouco menos de “automatismo” teria evitado a tragédia sobre ela mesma, a profissional e, mais ainda sobre a criança e sua família que chorará para sempre a dor da perda de um filho que, creio ser algo irremediável (não tive nem jamais quero ter a experiência de perder um filho em qualquer idade).
No segundo caso, a profissional, em minha opinião, displicentemente, cortou parte do dedinho de uma criança de colo. Embora o dano físico seja mínimo, a indignação é tremenda em saber que um profissional haja tão descuidadamente para retirar um simples esparadrapo do dedinho de um bebê quando foi devidamente treinado para atividades mais complicadas no atendimento hospitalar. E concordemos que tirar um esparadrapo não é algo tão complicado assim. Até eu sei. Minha velha mãe sempre dizia que antes de tirar um “curativo” é que bom umedecer. Aí mandava primeiro a gente tomar um banho pra depois com água oxigenada proceder a retirada. Então não é complicado de jeito nenhum remover um esparadrapo.
Fico pensando também que esses erros foram proporcionados pelo descaso com que os hospitais da rede pública tratam a seus clientes. Eu mesmo já tive a experiência traumática de na fila da emergência de um hospital em minha cidade esperar por mais de quatro hora para ser atendido. E era um caso de emergência.
O caso não era devido à falta de médicos. Havia dois médicos plantonistas. Só que quando um vinha o outro saía. Em uma espécie de revezamento. Os dois com cara de sono, certamente deviam ter dado plantão em algum outro hospital.
Informamos à diretora do hospital sobre o caso e ela fez de conta que nada sabia sobre a questão, deu de lado e saiu dizendo que iria resolver, mas nada foi feito. Tocamos na espera e os médicos em seu “estado” deplorável de cara de sono e revezamento. Quando entravamos na sala para ser atendido por ele, os mesmo erguiam abusadamente a voz e os menos esclarecidos se intimidavam e logo saíam. Quando não tratavam a queixa do paciente como “frescurite”, desculpem o termo.
Na verdade o governo por sua vez é outro agente que ao invés de promover o bem-estar daqueles que procuram os hospitais (para beneficiar os que votaram neles), fazem o contrário, pois não fiscaliza os que trabalham na área médica e até paga salário deplorável a seus servidores. A ouvidoria é no próprio hospital e eu me pergunto se o atendente da ouvidoria ao receber uma reclamação terá coragem de repassar e se repassar se alguém fará alguma coisa para resolver a questão uma vez que predomina o "corporativismo insano”.
Acho que todo o problema passa por duas máximas bíblicas grandemente ignorada pelas entidades em nosso país nas relações humanas.

Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas (Mateus 7.12).
Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo (Colossenses 3.23-24).


Pastor Luiz Flor.