A meu amigo Carlos Castro
Bom, cara
Pra começar a conversa
Contigo não é trabalho
Qualquer verbo vira verso
Tão rápido como se corta um baralho.
Alhos e brugalhos!
Gargalhas de qualquer um
Mas falando bem sério
Gargalhar tanto assim
Não é negócio tão comum.
Gargalhar é coisa cara
Dom da criatividade do generoso Deus.
Deu seus dons a quem quis
Distribuiu como bem entendeu.
Bem, cara
Não só de boa fala
Riso fácil no rosto
Se faz homem disposto.
Some-se à fala e ao sorriso do rosto
Fé, devoção e amor a Jesus nosso Cristo
Que em dia alegre tua vida transformou.
Arrancou a ti e a mim do império das trevas
Perdição tão eterna que já a muitos levou.
E no livro da vida
Já livre de dívida
Com tinta vermelha do sangue inaudito
Do Cristo bendito teu nome anotou.
Eh, cara!
O tempo a passar
Cabelos brancos estrelando
Um Tu já mais velho vai já avançando.
Espero estejas contando
Dias minutos e segundos
De tua vida no mundo
E coração mais sábio logrando.
Caro amigo
A poesia é pobre (dirão os críticos)
Mas uma coisa asseguro:
O sentimento é nobre.
São votos sinceros
De um amigo para o outro
Que dia após dia
Como o ferro com o ferro se aguça
Um ao outro afia.
Parabéns nesse teu dia!
Parabéns!
E mais dias também!
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
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domingo, 11 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
DISCURSO DE UM ANO NOVO
O ano novo se apresenta senil no horizonte.
As caras
As janelas da alma
As imaginações
As mãos [postas, sôfregas a pedir... Em riste a acusar...]
Os passos [tristes, cansados, ansiosos...]
As bocas [cheia de promessas que não se realizarão]
As mesmas da era passada.
Estão assim ha eras.
O coletivo carrega faces cansadas.
As casas pintadas são as mesmas debaixo de tinta, tinta e tinta.
A roupa nova é a mesma.
Do mesmo tecido.
Apenas um pouco desorbitantemente mais cara.
A roupa nova ficou manchada da festa que acabou
E a gora está velha.
Tudo é o mesmo no ano novo.
Os presentes no ano novo são velhos conhecidos.
O invólucro tem cara de novo.
Mas os presentes são velhos.
O ano novo caminha senil.
A filosofia [investiga o obvio]
As ideologias [velhas com roupa nova]
As promessas [de igrejas... de charlatões... de políticos... de nós... de... de...]
Sãos as mesmas velhas
Promessas
Ideologias
Filosofias velhas.
A doutrina é a mesma velha caduca de uns velhos conhecidos.
O novo mundo é gasto.
Gasta-se o homem do mundo gasto.
O velho abriga o homem gasto.
Eu recuso essa comida!
Não a servirei a meus amigos!
Há sim uma nova era!
Era nova. Nova era.
Há muito era nova.
Vaticinou o profeta
Quem quer atendê-lo?
Disse: Dar-vos-ei um coração novo,
e porei dentro de vós um espírito novo;
e tirarei da vossa carne o coração de pedra,
e vos darei um coração de carne (novo).
E depois: O povo tocará gaitas, e alegrar-se-á com grande alegria;
de maneira que com o seu clamor a terra retinirá.
O arauto anunciou: Ó vós, todos os que tendes sede, vinde às águas,
e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei;
sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite.
O profeta é de Deus.
A promessa do profeta é de Deus.
O arauto pressagia o melhor de Deus.
O tempo novo é de Deus.
O caminho do tempo novo está no livro de Deus.
O convite está feito.
A porta entreaberta convida:
Se alguém entrar por mim, salvar-se-á,
e entrará, e sairá, e achará pastagens
É Jesus Cristo que torna tudo o mais perfeito.
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
As caras
As janelas da alma
As imaginações
As mãos [postas, sôfregas a pedir... Em riste a acusar...]
Os passos [tristes, cansados, ansiosos...]
As bocas [cheia de promessas que não se realizarão]
As mesmas da era passada.
Estão assim ha eras.
O coletivo carrega faces cansadas.
As casas pintadas são as mesmas debaixo de tinta, tinta e tinta.
A roupa nova é a mesma.
Do mesmo tecido.
Apenas um pouco desorbitantemente mais cara.
A roupa nova ficou manchada da festa que acabou
E a gora está velha.
Tudo é o mesmo no ano novo.
Os presentes no ano novo são velhos conhecidos.
O invólucro tem cara de novo.
Mas os presentes são velhos.
O ano novo caminha senil.
A filosofia [investiga o obvio]
As ideologias [velhas com roupa nova]
As promessas [de igrejas... de charlatões... de políticos... de nós... de... de...]
Sãos as mesmas velhas
Promessas
Ideologias
Filosofias velhas.
A doutrina é a mesma velha caduca de uns velhos conhecidos.
O novo mundo é gasto.
Gasta-se o homem do mundo gasto.
O velho abriga o homem gasto.
Eu recuso essa comida!
Não a servirei a meus amigos!
Há sim uma nova era!
Era nova. Nova era.
Há muito era nova.
Vaticinou o profeta
Quem quer atendê-lo?
Disse: Dar-vos-ei um coração novo,
e porei dentro de vós um espírito novo;
e tirarei da vossa carne o coração de pedra,
e vos darei um coração de carne (novo).
E depois: O povo tocará gaitas, e alegrar-se-á com grande alegria;
de maneira que com o seu clamor a terra retinirá.
O arauto anunciou: Ó vós, todos os que tendes sede, vinde às águas,
e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei;
sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite.
O profeta é de Deus.
A promessa do profeta é de Deus.
O arauto pressagia o melhor de Deus.
O tempo novo é de Deus.
O caminho do tempo novo está no livro de Deus.
O convite está feito.
A porta entreaberta convida:
Se alguém entrar por mim, salvar-se-á,
e entrará, e sairá, e achará pastagens
É Jesus Cristo que torna tudo o mais perfeito.
Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.
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